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ETE: Esgoto Sanitário

As ETEs Compactas realizam tratamento biológico associando etapas anaeróbias e aeróbias, propiciando economia de energia, baixa geração de lodo e preservação do meio ambiente.

Aplicações

Os sistemas da Tega são utilizados para tratamento de esgoto sanitário (doméstico) de diversos tipos de empreendimento, tais como: Condomínios, Loteamentos, Indústrias, Hotéis, Shopping Centers, Comércios em geral; Residências, Universidades, entre outras.

Capacidades

A Tega fabrica equipamentos com vazões nominais de 4 a 1000m³/dia, a partir de projetos customizados é possível o reuso do efluente para diversos fins, tais como: irrigação paisagística, descarga sanitária, lavagem de piso e outros usos não potáveis.

Como instalar

A instalação pode ser realizada sobre o solo ou semienterrada. Para ambos os casos é necessária a execução de laje radie. Outros detalhes também são necessários e estão descritos no projeto de implantação do equipamento. Dependendo do porte do equipamento, é necessária a execução de casa de máquinas para abrigo do painel elétrico e do soprador.

Em conformidade com padrões de qualidade e legislação brasileira

Dimensionamento

Os sistemas Tega seguem rigorosamente os padrões para dimensionamento de projetos conforme as normas ABNT NBR 12.209:2011, 12.208:1992, 7.229:1993 e 13.969:1997.

Controle

Os efluentes tratados atendem os requisitos de qualidade exigidos no Artigo 18 do Decreto Estadual de São Paulo 8.468:1976 (Prevenção e o controle da poluição do meio ambiente) e na Resolução CONAMA 430:2011 (Condições e padrões de lançamento de efluentes).

Funcionamento e Tratamento

1 - Descrição Básica

A ECTE da TEGA atua através de processo biológico para tratamento de esgoto sanitário gerado em indústrias, shopping center, hospitais, hotéis dentre outros empreendimentos.

2 - Composição Básica do sistema

O sistema é composto por tratamento preliminar, reator anaeróbio, reator aeróbio e decantação secundária.

3 - Funcionamento

O funcionamento do equipamento ocorre de maneira automática. O efluente passa por tratamento preliminar que compõe caixa de areia e gradeamento para depois entrar na elevatória.

Depois disso, passa pela etapa anaeróbia e aeróbia de tratamento, decantação secundária e no final é realizada a desinfecção do efluente através da dosagem de insumo a base de cloro. Em alguns casos o agente desinfetante pode ser substituído. O retorno de lodo da etapa aeróbia para a etapa anaeróbia ocorre de maneira automática.

A degradação anaeróbia da matéria orgânica ocorre por processos com ausência de oxigênio (meio anaeróbio) onde, em linhas gerais, a parte orgânica presente no esgoto é degradada gerando gases (metano, sulfeto de hidrogênio, dentre outros). A produção de lodo neste processo é extremamente baixa.

Já o processo de tratamento aeróbio ocorre através do fornecimento de oxigênio às bactérias pelo soprador. Em suspensão, as bactérias digerem a matéria orgânica produzindo água e gás carbônico, além de se reproduzirem. Este sistema de tratamento é conhecido como lodo ativado, mundialmente reconhecido pela alta eficiência e robustez.

4 - Monitoramento

O equipamento requer simples manutenção. A TEGA disponibiliza junto com o equipamento um manual de operação que cita todas as medidas necessárias para acompanhamento e monitoramento do sistema. Abaixo estão algumas:
• Limpeza do gradeamento e caixa da areia (quando forem implantados);
• Retirada de lodo da etapa anaeróbia;
• Manutenção preventiva dos equipamentos do sistema;
• Reposição de cloro na etapa de desinfecção.

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